sexta-feira, 5 de junho de 2009
Contradições...
a-)VAIS TER RELAÇÕES SEXUAIS?.... O GOVERNO DÁ UM PRESERVATIVO.
b-)JÁ TIVESTE?........O GOVERNO DÁ A PÍLULA DO DIA SEGUINTE.
c-)ENGRAVIDASTE?... O GOVERNO DÁ O ABORTO.
d-)TIVESTE FILHO?...... O GOVERNO DÁ O ABONO DE FAMÍLIA
e-)ESTÁS DESEMPREGADO?.... O GOVERNO DÁ O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO.
f-)ÉS VICIADO E NÃO GOSTAS DE TRABALHAR?... O GOVERNO DÁ O RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO
g-)CABULASTE E NÃO FIZESTES O 2º OU O 3º CICLO?..... O GOVERNO DÁ-TO EM 3 MESES NAS NOVAS OPORTUNIDADES.
AGORA.... EXPERIMENTA ESTUDAR, TRABALHAR, PRODUZIR E ANDAR NA LINHA PARA VER O QUE TE ACONTECE!!!..... O GOVERNO DÁ-TE UMA BOLSA DE IMPOSTOS PARA PAGAR AS ALÍNEAS ANTERIORES!!!
terça-feira, 5 de maio de 2009
A CAMINHO DO SUCESSO NO MEIO DO DISPARATE
por João César das Neves
(professor universitário)
A Fundação Richard Zwentzerg nasceu em 1999 para estudar o atraso e subdesenvolvimento no mundo mas, logo no início da actividade, ficou fascinada com o caso de Portugal. É famoso o seu relatório de Março de 2000, O País Que não Devia Ser Desenvolvido - O Sucesso Inesperado dos Incríveis Erros Económicos Portugueses. Aí se dizia: "Portugal fez tudo errado, mas correu tudo bem. Os disparates cometidos na sua História são enormes. Só comparáveis com o sucesso que tiveram. Nenhum outro povo do mundo conseguiu construir... e destruir tantos impérios em tantas épocas e regiões. Hoje é um país rico, mais rico que 85% da população mundial. Mas conseguiu isso violando todas as regras do desenvolvimento."
A instituição publicou uma pequena colecção de estudos documentando a nossa realidade, até que a actual crise económica criou novo desafio. Estaria Portugal afinal sujeito às regras gerais? Iria pagar finalmente o preço dos seus muitos erros? Para responder acaba de surgir um novo estudo sobre o nosso país, após um silêncio de quase quatro anos (o anterior é de 2003 e, como todos, só é acessível no DN).
Os especialistas continuam a defender a sua teoria inicial, encontrando elementos únicos nesta realidade, agora no meio das dificuldades. Ainda é cedo para proclamar o resultado, mas, como diz o título do texto, Portugal está "a caminho do sucesso no meio do disparate".
O primeiro capítulo nota com satisfação como, desde o último estudo, se mantém por cá o nível da nova geração de enormes erros e tolices. Os estádios do Euro 2004, as OPA e a nova lei do tabaco, o descalabro das universidades e o plano tecnológico, três governos e quatro ministros das Finanças em quatro anos, o endividamento do País e a derrapagem dos custos laborais. Com a Ota e o TGV a asneira promete continuar. O País mantém-se fiel à tendência histórica.
Mas em Portugal disparates tão grandes vêm sempre a par de grandes melhorias. A fundação afirma que mais uma vez isso acontece. A economia portuguesa sofre uma mutação notável, com um grau de recuperação e adaptação à globalização raramente igualado. Os sinais são evidentes. A taxa de transformação estrutural da produção é talvez maior que em qualquer década anterior. O influente sector têxtil tradicional desapareceu de súbito com efeitos que se diluíram rapidamente. Os serviços, que eram 66% do produto nacional há dez anos, subiram para mais de 73% do total. Apesar disso, as exportações aumentaram 30% desde 2000 e modificaram largamente a sua orientação, quer sectorial quer geográfica. O País, supostamente em recessão, absorveu 400 mil imigrantes, fortalecendo a evolução. Todos estes e outros factos notáveis mostram como no meio da crise está a nascer o futuro surto de progresso.
Entre os portugueses ninguém reparou. Só se ouvem as queixas de estagnação e desemprego, custos inevitáveis da magna adaptação à "nova economia". Por vezes alguém nota como no meio da crise as praias, o Algarve e os centros comerciais estão cheios e a vida continua calma e relativamente próspera. Mas não se tiram conclusões e recai-se na lamúria. Estudos e especialistas repetem estribilhos que inventaram há séculos: "O modelo está esgotado", "Este país não tem solução". Até o Governo, que é interessado em sublinhar os êxitos, não viu nada e aposta em projectos nefastos, reformas tímidas, sonhos mirabolantes. Enquanto estraga tudo com as despesas descontroladas.
O relatório insiste nas semelhanças entre esta situação e o percurso das excelentes décadas anteriores, onde o País mudou radicalmente no meio de erros, zangas e lamentos. Ignorando as incríveis novidades nas suas empresas e mercados, os portugueses ocupam-se das questões tolas de sempre. Ou até mais tolas, arrisca a análise, pois a licenciatura do primeiro-ministro, aborto, ataque à família e confusão nas autarquias atingem níveis antes desconhecidos.
Portugal faz tudo mal, como sempre. Mas depois, sem saber como, safa-se. Como diz a frase tão tradicional: "Não há-de ser nada".
segunda-feira, 16 de março de 2009
IRS 2009 - Afinal não chegam 10 milhões para financiar o Centenário da República
IRS 2009 - Afinal não chegam 10 milhões para financiar o Centenário da RepúblicaEntão 10 milhões não chegam para eles ? Andamos todos a pagar duplamente esta corja de sanguessugas ? Porquê têm medo de que a mulher que há 100 anos tinha os seios ao léu agora tem coloesterol e pode apanhar um AVC por causa do excesso de obesidade contraída à base de tantos defeitos acumulados depois de 1974 ?
Um dia destes não precisamos de votar todos, é como a declaração de impostos pela internet em 2009 que já permite pré-preencher os valores sem termos muito trabalho !
Rica democracia da trampa, andam a fazer publicidade na rádio que depois da República tivemos a democracia em 1974 e que as mulheres mereciam ser reconhecidas … não o foram em República de 1910 a 1974 simplesmente porque não tinham o direito de voto.
Não é culpa dos monárquicos tantas falcidades e demagogias … só falta dizer que a Crise Mundial se deve aos Monárquicos e ao Rei D.Carlos I !
CHEGA CHEGA CHEGA !
Votem em 2009 em consciência como eu :
- Façam um quadrado no boletim, metam uma cruz e escrevam ao lado “voto em mim” !
- Não votem em branco … alguém pode preencher o quadrado por vocês …
Crise em Cabinda
CRISE EM CABINDAMarço 11, 2009
Por E. Bene
Hoje em dia 90% dos conflitos são intra-estados, devido à não aplicação dos princípios do direito internacional público, de não violência, Direitos Humanos, auto-determinação e democracia. A “crise de Cabinda” resulta da violência perpetrada pelo exército angolano desde 1974 contra uma população e um território que tem uma tradição de autonomia.
Cabinda integra desde Abril de 1997 a UNPO – “Unrepresented Nations and Peoples Organization”, organização democrática e internacional cujos membros são nações ocupadas, minorias e estados ou territórios que se juntaram em busca de soluções não-violentas para os conflitos que os assolam.
Será que Cabinda conseguirá alcançar o seu sonho de pôr fim à guerra e obter a sua independência?
Cabinda é um pequeno território descontínuo de Angola, resultante da fusão desde o Séc. XV de três reinos: Loango, Kakongo e N´goyo, no Norte do rio Congo, e no Sul do rio Congo por Ndongo. Com 7.283 Km2, tem uma população estimada em 300.000 habitantes, dos quais cerca de 1/3 vive refugiada no Congo e no Zaire. Adjacente à costa encontram-se alguns dos maiores campos de petróleo do mundo cuja exploração se iniciou em 1954.
Através do Tratado de Simulambuco em 1885 entre os reis de Portugal e os príncipes Cabindas, decretou-se o protectorado português, reservando direitos aos chefes locais de exercer os seus costumes sob auspícios de Portugal mas independentes de Angola.
Este tratado foi aceite pela conferência de Berlim. Em 1975, o tratado de Alvor consagrou a integração de Cabinda em Angola, embora a administração já dependesse de Luanda desde 1956. O facto é que os Acordos de Alvor foram rejeitados por todos partidos angolanos, pondo em causa qualquer validade jurídica que lhes quisessem atribuir.
Actualmente Cabinda produz 700.000 barris de crude por dia. A companhia de petróleo do golfo de Cabinda está associada à Sonangol, Agip Angola Lda. A Sonangol detém (41%), a Chevron (39,2%) Elf (10%) e a Agip (9,8%).
A associação da companhia de petróleo de Cabinda à Sonangol mostra que Luanda não pretende abrir mão do controlo dos recursos de Cabinda.
Os três movimentos de libertação: FNLA, MPLA e a UNITA, dizem que Cabinda é parte integrante e inalienável de Angola.
Em 1960, são formados dois grupos separatistas, com aspirações de independência: (1)o Movimento para Libertação do Enclave de Cabinda – MLEC, liderado por Ranque Franque; e (2) Aliança de Mayombe. Em 1963 juntam forças na Frente de Libertação do Enclave de Cabinda – FLEC, sob liderança de Franque.
Ainda em 1963 a OUA posiciona Cabinda como o 39º Estado a descolonizar, sendo o 35º Angola.
Em 1975 a guerra da independência acaba, a maioria dos portugueses que estavam em Angola retornam a Portugal e o MPLA declara todos os outros partidos políticos locais ilegais. Ainda no mesmo ano o MPLA mostrou-se receptivo em negociar com os separatistas em Cabinda.
As exigências da FLEC foram:
(1) dissociação de Cabinda de Angola;
(2) reconhecimento da FLEC como o único movimento de libertação;
(3) e o reconhecimento formal do povo de Cabinda no que respeita à autodeterminação.
As negociações fracassaram. A FLEC protesta às Nações Unidas sobre a alegada morte de 100 estudantes e residentes da zona por parte do MPLA e mercenários.O Zaire propôs uma consulta popular sobre o enclave. Países como Gabão, Uganda e República Centro Africana favoreciam a FLEC, mas a maioria dos membros da OUA opôs-se alegando o espectro dos separatismos noutras regiões de África.
A FLEC desintegra-se em 1977 e o Comando Militar de Libertação de Cabinda – CMLB - exige uma refundação democrática. Daí resulta entre 1980-85 a divisão da FLEC em: FLEC-Renovada, sob direcção de António Bembe e FLEC- FAC (Forças Armadas de Cabinda).Os três movimentos de Libertação de Angola - FNLA, o MPLA UNITA - declaram Cabinda como “parte integral e inalienável de Angola”.
É importante notar que Cabinda reúne os requisitos para que a sua autonomização e o direito de não ingerência sejam uma realidade:
(1) localização geográfica com descontinuidade territorial;
(2) nível de recursos naturais;
(3) identidade própria, acompanhada por um nível educacional da sua população considerável e distinto de Luanda.
O grande impasse é sem dúvida Luanda – que não tem vontade política .
A antiga OUA – (actual UA, União Africana) nunca conseguiu apaziguar ou pôr termo aos conflitos emergentes em África. Mesmo após a Declaração de Cairo de Junho de 1993, que estabelecia formalmente o Mecanismo Central para a Prevenção, Gestão e Resolução de Conflitos, nada fez para solucionar a crise, dado a falta de meios e de coesão. Algumas medidas têm sido tomadas pelo conselho de Paz e Segurança (CPS) da UA, para obrigar aos líderes africanos a reconhecerem a importância da boa governação, democracia, respeito pelos direitos humanos e do princípio da subsidariedade.
Em Portugal a maioria da opinião dos políticos é a favor de uma intervenção portuguesa na resolução desta crise. Os media indicam que, após a descolonizarão, Cabinda deveria ter sido independente de Angola.
Silva Cunha, Ministro dos Negócios Estrangeiros português em Angola (1965/73), advoga que o ideal teria sido formar-se um único governo sob tutela colonial.
Themudo Barata, último governador de Cabinda em 1974, disse em entrevista à SIC em 2002 que teria sido fácil se Portugal tivesse resolvido a questão. Comparou a situação de Cabinda com o caso de Timor Leste que foi vítima de uma descolonização desastrada e que vinte e cinco anos depois os timorenses rejeitam a situação em que vivem perante a indiferença geral de outros países. Acrescentou ainda que cabia a Portugal assumir o seu erro na descolonização diante da OUA e da ONU. D. Duarte de Bragança, que conheceu Cabinda nos anos 70, altura em que participou nas comemorações do Tratado de Simulambuco, disse em entrevista ao Ibinda.com em Novembro de 2004, que desde 1969 que luta para que a justiça seja feita aos cabindas. Apesar do conformismo de algumas pessoas na luta pela sua causa, D. Duarte tem-se mostrado optimista, tomando como exemplo Timor- Leste, que parecia inicialmente um caso perdido. Mário Soares recebeu em 2003 no Parlamento europeu uma delegação da FLEC, e mostrou-se receptivo, afirmando que a questão deve passar por uma consulta a nível internacional, que envolva Portugal, França e os EUA, e que a hipótese de autonomia de Cabinda tinha que estar dentro do quadro de Angola.
Para o Padre Carlos Gime, o que está acontecer é “o desenvolvimento do subdesenvolvimento (…)”
Os media portugueses têm reportado as atrocidades ocorridas em Cabinda, a que os media internacionais não prestam atenção. Os bispos locais, que só emergiram à partir de 1973 devido a forte implantação de vigários episcopais, dependentes dos arcebispos de Luanda, apelam à independência, ao fim dos actos de violação de Direitos Humanos; à presença de tropas em Cabinda, “uma terra sem paz”. O facto de 12% do petróleo consumido nos EUA ser de Cabinda faz com que as instalações de exploração deste recurso, se tornem em pequenos estados dentro de um estado.
Em 2004 na sequência da semana dos direitos humanos em Cabinda, a Associação Cívica e Cabinda, desafiou a petrolífera norte-americana ChevronTexaco, a romper o seu isolamento e cooperar na busca de soluções para o flagelo que assola o país. Para Joaquim Rodrigues, “ o sonho americano de liberdade, igualdade, e oportunidade de justiça, não tem sido operado na região (…)”.
A Chevron, por exemplo, matem-se silenciosa perante os massacres perpetrados pelo regime parceiro. A companhia pratica injustiças sociais e desigualdades salariais.
O Padre Carlos Gime falou de Cabinda como podendo ser “um pequeno Éden” mas lamentou que os recursos estejam a ser pilhados a 100%; disse ainda que o remanescente, 10% das taxas de exploração, sucumbia sem alguma aplicação local. Está a acontecer “o desenvolvimento do subdesenvolvimento”.
Segundo o Ibinda.com, estão em curso outros projectos da Rússia, África do Sul e Japão para prospecção e exploração de ouro na região. Não se fala na melhoria de condições de vida dos cabindenses nem o governo angolano direcciona os dividendos para o desenvolvimento de Cabinda nem de Angola em geral.
Uma comissão ad-hoc das Nações Unidas para os direitos humanos em Cabinda, reportou em 2003, casos de violência, abusos sexuais e outras atrocidades perpetradas pelo MPLA. O Secretário Geral das Nações Unidas, Kofi Annam, pronunciou-se na 61.ª sessão da Comissão das NU para os Direitos Humanos em Genebra 2005, sobre a necessidade de criação de um novo corpo de gestão de Direitos Humanos. Annan frisou ainda que a Declaração Universal dos Direitos Humanos deve fazer parte de um convénio global.
Em 2004, segundo Peter Takirambudde, director executivo da HRW, Human Right Watch, missão para África, o exército angolano continuava a cometer crimes contra civis em Cabinda. Takirambudde apela ainda ao governo angolano para pôr termo à impunidade, e levar os culpados à justiça.
Em Agosto de 2004 a HRW, entrevistou civis detidos e torturados pelo exército angolano, vítimas de violações, e mulheres detidas por alegado envolvimento conjugal com os chamados rebeldes da FLEC (…).
Em Setembro de 2004 houve um wokshop subordinado ao tema “Intervenção acerca de Cabinda” promovido pela Associação Tratado de Simulambuco (ATS) - Casa de Cabinda de Portugal, em que se debateu entre outros assuntos a questão dos Direitos Humanos.
José Eduardo dos Santos, durante a sua visita presidencial a Washington em Março de 2005 negou existir algum conflito armado em Cabinda. Interrogado sobre a possibilidade de referendo, disse que a Constituição de Angola não previa essa prática e que “o espírito de diálogo e abertura tem imperado em ambas as partes”. Assegurou haver um clima de calma e que os cabindas queriam a reconstrução nacional e a sua integração em Angola.
A crise de Cabinda carece de um diálogo e atenção global, apesar de o governo angolano não ver nenhum parceiro válido para questão, até porque nem sequer assume a existência do conflito. O facto é que o governo Angolano ilegalizou a FLEC e as populações não podem exercer nem os seus direitos cívicos nem os políticos e os de livre expressão.
Tem havido algumas mudanças significativas como a recente fusão da FLEC/FAC e da FLEC Renovada e a criação do Fórum para o Diálogo. A presença das multinacionais em Cabinda, é vista com preocupação pelos defensores da democracia e direitos humanos, devido a cumplicidade da aliança geo-estratégica e económica com o regime de Luanda.
Cabe a Portugal um papel de mediador principal no processo de autonomização de Cabinda, tendo em conta o fracasso do tratado de Direito Internacional - Simulambuco, que previa autonomia de Cabinda. Sendo assim os Tratados de Alvor, que integraram Cabinda em Angola, não têm razão de ser. Não nos devemos esquecer também que a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional não negam a nenhum povo o seu direito à auto determinação.Cabinda tem descontinuidade territorial e identidade cultural própria - princípio inalienável, que é de extrema importância para sua auto-determinação.
É necessário apelar à uma vontade geral, com particular destaque a Luanda, Portugal e ao resto da comunidade internacional para que este território obtenha a sua independência e autonomia.
E.Bene, Estagiário no Depto. Investigação e Defesa - IDN
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terça-feira, 10 de março de 2009
Monarquia Versus República
O DEBATE:
1ª parte : mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_1_10032008.wmv
2ªparte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_2_10032008.wmv
3ª parte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_3_10032008.wmv
Debate Televisivo Monarquia Versus República
Houve no dia 1 de Fevereiro de 2008, fez agora um ano e um mês, um debate entre Gonçalo Ribeiro Telles, João Miguel Sardica e João Soares (na TVI por Julia Pinheiro). O debate, que começou morno elevou-se e entre efusivos aplausos da plateia a Ribeiro Telles e a óbvia fraqueza argumentativa sobre um sitema já obsoleto e completamente desactualizado de João Soares (que chegou a invocar correntes de monarquicos radicais). Podemos dizer que a Monarquia saiu reforçada.
Foi o 1º primeiro debate, da história da TV, onde se notou uma óbvia vontade de mudança para a Monarquia e a sua óbvia credibilidade perante o descrédito total do actual do regime ... mais por causa da conduta de alguns, da corrupção e da falta de moral e ética do que pela incapacidade ideológica da República.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Vejam quanto Gastamos com a "Nossa" Républica!

Vencimentos dos Políticos !!!
Esta notícia saiu no Jornal de Noticias e achamos deveras oportuna, dado a situação de crise em que nos encontramos agora...
Curioso também achamos os facto de, após algumas pesquisas, verificarmos que as Repúblicas, tem de efectivamente um custo bastante mais elevado face ao custo de uma Monarquia! Senão vejamos, só neste momento, quantos ex-presidentes da República temos? Não esquecer que, por cada um ex-presidente, além co carro, casa, motorista, secretário, guarda-costas, cada ex-primeira-dama, tem o equivalente! E nós...a pagar....!!! Inacreditável!
De acordo com o "Manual do Deputado", os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou emvigor - em Outubro de 2005 - terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base - pelo actual valor, quase 1850 euros - logo que completar 55 anos.
Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.
JORNAL DE NOTÍCIAS
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Caso Freeport, mais um escândalo do nosso (des)governo

Tio de Sócrates envolve 1º Ministro no escândalo!
Passados 4 anos, este caso, ainda por esclarecer, tem o seguinte desenrolar, segundo o DN (Carlos Rodrigues Lima):
Contradições!!!
Em 2005, o primeiro-ministro garantiu ser "totalmente alheio" ao projecto do Freeport de Alcochete.
Júlio Monteiro, seu tio, revela que intermediou um encontro com um empresário ligado ao empreendimentoPrimeiro-ministro responde que só discutiu questões ambientais.
Júlio Coelho Monteiro, tio materno de José Sócrates, revelou, ontem, que intermediou um encontro entre Charles Smith, sócio da consultora Smith&Pedro, a responsável pela promoção do projecto Freeport de Alcochete, e o seu sobrinho, então ministro do Ambiente.
A declaração de Júlio Monteiro ao semanário SOL contraria a garantia dada por José Sócrates, em 2005, de que era "totalmente alheio ao empreendimento"."Foi através de mim que ele conseguiu a reunião", contou Júlio Monteiro, referindo-se a Charles Smith.
Contactado pelo DN, o empresário inglês não quis prestar qualquer esclarecimento, nem confirmar ou desmentir o encontro com José Sócrates. Ontem, ao final da noite, o primeiro--ministro emitiu um comunicado, em nome pessoal, no qual, pela primeira vez, admitiu ter tido conhecimento do projecto. Mas, afirmou tratar-se de uma reunião alargada: "Houve, de facto, uma reunião alargada, no Ministério do Ambiente, que contou com a presença de várias pessoas, entre os quais eu próprio, o secretário de Estado do Ambiente e responsáveis de diversos serviços do Ministério, a Câmara Municipal de Alcochete e os promotores do empreendimento Freeport."
Júlio Coelho Monteiro revelou que intermediou a tal reunião, uma vez que Charles Smith lhe terá dito que alguém lhe pedia quatro milhões.
Das declarações , veiculadas ontem pela TVI (ver transcrição na íntegra), não fica claro se aquela verba diz respeito ao preço do terreno da antiga fábrica da Firestone ou se Júlio Monteiro se refere a eventuais pagamentos de luvas para facilitar o projecto.
O tio de Sócrates afirmou ainda que este episódio pode ser "inconveniente" para o primeiro-ministro, mas "é a verdade".
Porém, em declarações ao DN, José Dias Inocêncio, ex-presidente da Câmara de Alcochete, garantiu não ter conhecimento desta alegada reunião privada, mas confirmou a versão do primeiro-ministro quanto ao encontro pedido pela autarquia: "Houve um pedido da câmara feito ao então ministro do Ambiente para que este, de viva voz, explicasse, a nós e aos promotores, porque razão o ministério tinha chumbado duas vezes o projecto."
A reunião, segundo José Dias Inocêncio, ocorreu em Janeiro de 2002.De acordo com informações recolhidas pelo DN, a polícia inglesa já enviou novos dados para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal. Terá sido com estes novos elementos que a investigação partiu para as buscas da passada quinta-feira a Júlio Monteiro, ao escritório de advogados de Vieira de Almeida e ao arquitecto Capinha Lopes. Ao mesmo tempo que forneceu informações, a polícia inglesa pediu elementos ao DCIAP, que é liderado pela procuradora Cândida Almeida.
É uma vergonha que um país, que já foi tão GRANDE como o Nosso, que estejamos reduzidos, a estas "jogadas" nunca esclarecidas, por parte dos nossos denominados governantes!
É uma vergonha, que, quando saiem dos governos, mesmo antes do final dos mandatos, recebam reformas antecipadas, cargos de presidência em organizações e entidades, a receberem, cheques milionários!
Mas mais vergonhos ainda, é denegrirem um País que foi Grande, um Povo que foi maior, e terem-nos deixado na total miséria !!!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Nasceu El-Rei D.Sebastião
D. Sebastião
Da Lusitânia antiga liberdade,
E não menos certíssima esperança,
De aumento da pequena Cristandade,
Vós, ó novo temor da Maura lança,
Maravilha fatal da nossa idade,
Dada ao mundo por Deus, que todo o mande,
Pera do mundo a Deus dar parte grande."
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Grande Crónica de António Barreto!
Grande crónica de António BarretoELES ESTÃO DOIDOS!!!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Vantagens do GPL


